quinta-feira, 12 de junho de 2014

Salvador Dalí

Mostra retrospectiva de Salvador Dalí chega ao Rio com 150 obras

Obras do mestre do surrealismo chegam ao CCBB do Rio nesta sexta (30). Com 150 trabalhos e objetos vindos dos principais colecionadores de Salvador Dalí, o público terá a oportunidade de ver um conjunto representativo da obra do artista e o maior já visto no Brasil.
Peças da Fundação Gala-Salvador Dalí, do Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía e do Museu Salvador Dalí serão expostas no Rio e depois seguem para o Instituto Tomie Ohtake em São Paulo, a partir de outubro de 2014. Entre as obras, 29 pinturas, 80 desenhos e gravuras, além de documentos e fotografias de Dalí. Ocupando grande parte do primeiro andar da instituição, a mostra apresenta a produção do artista desde os anos 1920 até seus últimos trabalhos. Pinturas do período de formação de Dalí, como “Retrato del Padre y Casa de Es Llaner” (1920) e “Autorretrato cubista” (1923), poderão ser vistas ao lado de suas famosas obras da fase surrealista, entre elas “El Sentimiento de Velocidad” (1931) e “Paisaje Pagano Medio” (1937).
Outra atração da exposição é a oportunidade de ver algumas contribuições do artista para o cinema. Os filmes “O Cão Andaluz” (1929) e “A Idade do Ouro” (1930), dirigidos por Dalí e Luís Buñel, serão exibidos dentro dos espaços da exposição. Completam a mostra ilustrações feitas para clássicos da literatura mundial, entre eles “Dom Quixote de La Mancha” de Miguel Cervantes, e “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carrol.
O público poderá ainda participar de uma palestra aberta com a curadora da exposição e diretora do Centro de Estudos Dalinianos da Fundação Gala-Salvador Dalí, Montse Aguer. O evento acontece no dia da abertura da mostra, 30 de maio de 2014, às 18h30.
Serviço
“Salvador Dalí”
Quando: de 30 de maio a 22 de setembro de 2014. De quarta a segunda, das 9h às 21h.
Onde: CCBB Rio – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro.
Quanto: Entrada gratuita.
http://rr4.com.br/

DF ECONOMIA (cont.)

A garoupa virou lambari

“Com essa desvalorização, se o indivíduo ganhava R$ 100 em 1994 agora precisa de R$ 400 para poder atender aos seus desejos”, diz o professor de Economia do Insper Oto Nogami. “A garoupa virou um lambari”, referindo-se ao peixe que estampa a nota de R$ 100.
A onça também virou um gatinho –a nota de R$ 50 hoje tem o poder de compra de R$ 11,17. Em 20 anos, o valor da moeda de R$ 0,01 praticamente desapareceu. Isso se deve por conta do efeito da inflação sobre o poder de compra. “A inflação é o  termômetro que mede a diferença entre o desejo de consumir e a capacidade de produzir”, diz Nogami. Quando o desejo de consumir é maior do que a capacidade de produção, os preços sobem.

Inflação é problema crônico no Brasil

O crônico problema brasileiro com a inflação está, portanto, na incapacidade de o país produzir o suficiente para atender à demanda reprimida, ou seja, àqueles que querem consumir e pagam por isso. “Há também um incentivo inconveniente e imprudente por parte do governo de estimular compras sendo que não há a produção necessária para atender o consumo.
Outro fator que estimulou a inflação foi a queda abrupta da taxa de juros até 2012. A oferta de crédito fez com que as pessoas se sentissem mais “ricas”. “O brasileiro partiu para o consumo desenfreado, se endividou, se tornou inadimplente.  E a conta para pagar veio.    (http://rr4.com.br/)

DF ECONOMIA

Após 20 anos, real perde poder de compra, e nota de R$ 100 vale só R$ 22,35

Ao longo de quase 20 anos do Plano Real, a inflação acumulada desde 1/07/1994 até 1/2/2014, medida pelo IPCA, foi de 347,51%.  Assim, um produto que custava R$ 1,00 em 1994 custa hoje R$ 4,47. O matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho afirma que, em decorrência desse fato, a cédula de R$ 100,00 perdeu 77,65% do seu poder de compra desde o dia em que passou a circular. Com isso, o poder aquisitivo da nota de R$ 100,00 é hoje de apenas R$ 22,35.
A perda desse poder aquisitivo é calculada por uma fórmula matemática na qual se divide o valor nominal da moeda pela taxa de inflação somada a 1. Quem quiser aprender a calcular a perda do poder aquisitivo da moeda pode acompanhar a explicação do professor Dutra no seu blog. “O real foi reduzido a quase um quinto do valor em 20 anos”, diz o professor. “Mas isso ainda é uma vitória. Porque mesmo passados 20 anos, ela ainda mantém um certo poder aquisitivo. O histórico anterior era de uma inflação que chegava a 5.000% ao ano.”

segunda-feira, 9 de junho de 2014

CONSCIÊNCIA

http://awebic.com/cultura/veja-o-que-aconteceu-com-esta-garrafa/

HISTÓRIA - Rainha Cleópatra

Cleópatra nasceu em 69 a.C., na cidade de Alexandria, fundada por Alexandre, o Grande no delta do Nilo e que nos séculos anteriores ao nascimento de Cristo desempenhou o papel de metrópole cultural, artística e econômica do Mediterrâneo Oriental. Embora fosse egípcia por nascimento, pertencia a uma dinastia macedônica que se estabelecera no Egito em 305 a.C., quando o general macedônio Ptolomeu tomou o título de rei. Era filha do rei Ptolomeu XII Auleta e da rainha Cleópatra V. Apesar da origem estrangeira da dinastia à qual pertencia, Cleópatra foi a única da sua dinastia a dominar a língua egípcia.
Cleópatra foi a última Rainha da Dinastia ptolomaica que dominou o Egito após a Grécia ter invadido aquele país. Subiu ao trono egípcio aos 17 anos de idade, após a morte do pai.
Tinha uma grande preocupação com o luxo da corte e com a vaidade. Costumava enfeitar-se com jóias de ouro e pedras preciosas (diamantes, esmeraldas, safiras e rubis), que encomendava de artesãos ou ganhava de pessoas próximas e familiares.


Sonya Marya 
Equipe Egiptomania
#EMBSM

DF Comme Femme

                                 http://ourtraditionalwedding.blogspot.ca/

domingo, 8 de junho de 2014

Rio de Janeiro

Vista da Av. Rio Branco - Centro
Vê-se a Praça Floriano. Ao fundo, à esquerda, o Theatro Municipal Tomada do extinto Palácio Monroe 1911
Fotografia de Augusto Malta

ARTE

                            https://www.facebook.com/pan.art.121

sábado, 7 de junho de 2014

Fazenda Vertical

Conheça a fazenda vertical do futuro da Coreia do Sul

Projeto Urban Skyfarm é um mini ecossistema projetado para trazer equilíbrio de volta para a comunidade urbana. Trata-se de uma fazenda vertical que utiliza sistemas hidropônicos em substituição às vastas extensões de terra agrícolas, sendo capaz de produzir alimentos de forma mais eficiente. O projeto foi idealizado para Seul, capital na Coreia do Sul, que é densamente povoada e distrito central dos negócios do país. Cada um dos quatro componentes principais, que são a raiz, tronco, ramos e folhas, tem suas próprias características espaciais adequadas para diferentes condições de cultivo. Saiba mais

http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/conheca-a-fazenda-vertical-do-futuro-da-coreia-do-sul

ARTE

                               The Flowered Garden - Claude Monet

MARACANÃ


DF CULTURAL

O livro, escrito por Stephen E. Ambrose, narra a história da Companhia E (Easy Company) do 2º Batalhão do 506º Regimento de Infantaria Pára-quedista da 101ª Divisão Aerotransportada do Exército dos Estados Unidos em sua campanha durante a Segunda Guerra Mundial. A narrativa, baseada em pesquisas históricas e depoimentos de veteranos, acompanha a Easy Company do seu treinamento na base de Toccoa, passando pelo desembarque das tropas aliadas no Dia D, e vai ate a tomada do chamado “Ninho da Águia”, fortaleza de Hitler nos Alpes. Com depoimentos fortes e textos detalhistas, o livro desenha bem as experiências da companhia durante o conflito, sendo que a Easy foi a companhia com o maior número de baixas, girando em torno de 150%!
http://www.caririfan.com.br/

Movimento Black Rio

Por volta de 1975 a equipe Soul Grand Prix, fundada por Dom Filó (foto) e outros Caras, surgida desta efervescência cultural, desencadeou uma nova fase no funk carioca, apelidada pela imprensa de “Black Rio”.
 Deste modo, em 1976, o movimento Black Rio contribuiu em grande escala para a consolidação de um segmento cultural que culminou com o surgimento de um grande mercado consumidor.
Ainda que seus frequentadores e os próprios idealizadores não pretendessem ser vinculados a movimentos com militantes esquerdistas, a cultura dominante viu com bastante receio o espaço alcançado pelo movimento Black Rio.
Os organizadores destes bailes por vezes foram conduzidos ao Departamento de Ordem e Política Social (Dops) e submetidos a interrogatórios pela suposição de envolvimento com grupos políticos clandestinos.
http://tododiaumtextonovo.blogspot.com.br/

DF RIO INFORMATIVO