domingo, 15 de junho de 2014

Merchandising

https://www.facebook.com/CCN.Gilberto

Tampinhas funcionais

Coca-Cola lança tampinhas funcionais que podem ser reutilizadas

As tampinhas de plástico da Coca-Cola ganharam uma segunda vida na campanha “2nd Lives”. Por meio da ação, foi lançada uma linha de 16 tampas funcionais de garrafas que podem ser reutilizadas após o consumo.
Pincel, squeeze, apontador de lápis e canetas de colorir são alguns dos objetos divertidos e úteis desenvolvidos pela empresa a partir de tampinhas, que seriam descartadas, acopladas a outras ferramentas. A ideia da iniciativa mostra que, com um pouco de criatividade, as garrafas podem ter infinitos usos, prolongado seu tempo de vida, antes de ser reciclada. Lançada no Vietnã, a campanha da Coca-cola se uniu à agência de publicidade Ogilvy & Mather China para criar o conceito, que reafirma um hábito que muitas pessoas já têm de reutilizar garrafas de plástico.
Foram produzidas 40 mil tampas personalizadas para a ação.  Fonte: Ciclo Vivo

ECONOMIA - Bilionários

Há 1.426 bilionários no mundo, dos quais 492 são norte-americanos. Isso significa que 34% das pessoas mais ricas do mundo nasceram ou foram naturalizadas nos Estados Unidos. Enquanto, por outro lado, se somar os ricaços da África e do Oriente Médio, o número só chega a 103. Bill Gates, o homem mais rico do mundo, também vem de lá. 
Entre os países com maior número de bilionários, o Brasil encontra-se em quinto, com 65 pessoas com fortunas superiores a US$ 1 bilhão. Em primeiro lugar entre os brasileiros está o acionista Jorge Paulo Lemann, com uma fortuna estimada em US$ 19,7 bilhões.
http://forbesbrasil.br.msn.com/

sábado, 14 de junho de 2014

Merchandising

https://www.facebook.com/CCN.Gilberto

ECONOMIA - Maconha

Ações de empresas do mercado da maconha estão com tudo nos EUA

Companhias como CannaVest têm produzido lucros espantosos
Michael Mona Jr. está ganhando dinheiro com sua CannaVest. Trata-se de um negócio que compra e vende um produto bastante polêmico, há poucos anos definido apenas como mais um alucinógeno deletério: a maconha. Já há outros penny stocks (ações de baixo valor) como o de Mona: o Hemp, o Growlife e o aparentemente mais inofensivo Medical Marijuana.
Além da contestada erva, esses pequenos negócios têm uma outra característica em comum: suas ações valorizaram-se de maneira grandiosa, chamando a atenção de todos. Foi um dos grandes frenesis do mercado neste ano. Como os estados do Colorado e de Washington (não confundir com a capital dos EUA) permitem agora a venda de marijuana para uso recreativo – e outros 20 estados americanos já concordaram que ela possa ser vendida para uso médico –, cerca de 60 empresas de capital aberto, em um emaranhado de interconexões que alguns julgam antiético ou, no mínimo, suspeito, estão ganhando muito dinheiro. As ações da CannaVest e de outras empresas vêm crescendo em ritmo parecido: cerca de 1.260% de valorização desde o início do ano passado.
Contra fatos não há argumentos, mas setores mais conservadores da sociedade norte-americana não estão vendo com bons olhos o crescimento desse mercado. Criticam a falta de regulamentação, a ligação dos atuais empresários com antigos traficantes e a própria qualidade da maconha que está sendo legalmente vendida – mas cuja origem é frequentemente contestada.
Até agora vai tudo bem e o único percalço do setor, digamos, canabista, foi uma advertência da Autoridade Reguladora do Setor Financeiro no sentido de criar um sobreaviso quanto a vigaristas por trás de golpes com ações de maconha. Não há, contudo, nenhum motivo concreto que desabone o novo mercado do ponto de vista legal. E também não se têm notícias de inves-tidores prejudicados. Além disso, o governo Obama já mandou dizer que não fará cumprir a Lei de Substâncias Controladas nos estados que aprovaram o uso da droga. Para Sam Kamin, professor de direito da Universidade de Denver, a marijuana continua ilegal pela legislação federal: “Não dá para ter um setor em que dizem: nós podemos colocar você na cadeia pelo resto da vida, mas provavelmente não o faremos hoje. Quem investiria nisso?”, pergunta.
https://www.facebook.com/ForbesBrasil

Exoesqueleto


Utilidade Pública


Trabalho Infantil

                                         © Foto de Lewis Hine. Breaker Boys. EUA, 1911. 

Vale a pena acessar o site “The History Place - Child Labor in America 1908/1912”, que apresenta fotografias em preto e branco feitas por Lewis Hine (1874-1940). Nascido no Wisconsin, USA, Lewis Hine trabalhou para o National Child Labor Committee entre 1908 e 1912. Como fotógrafo de investigação percorreu a metade dos estados americanos, capturando imagens de crianças trabalhando em minas, fábricas e nas ruas. No início do Século XX, um milhão e quinhentas mil crianças com menos de 15 anos trabalhavam duro nas minas de carvão. Suas fotos contribuíram para que leis de proteção as crianças fossem criadas, a atitude de Hine garantiu que, naquele país crianças não fossem mais exploradas a favor do lucro.
http://www.historyplace.com/unitedstates/childlabor/

ECONOMIA

Apenas 3% dos investidores de risco são mulheres, mas há espaço para otimismo

Mais empreendedoras fundam suas próprias empresas a fim de aumentar essa porcentagem
A BlackLine Systems é uma plataforma de software de contabilidade criado e comandando por Therese Tucker – que conta com US$ 220 milhões (cerca de R$ 490 milhões) em seus cofres graças ao seu sucesso e ao descaso dos homens nas sociedades de capital de risco em Sand Hill Road. Em 2008, ao precisar de fundos, a CEO procurou pelas associações do Vale do Silício, onde 96% dos integrantes são do sexo masculino. Um deles teve várias ideias para melhorar sua companhia: demiti-la.
“Você fez um ótimo trabalho, nós comandaremos daqui”, disse um dos parceiros ao analisar sua declaração de renda. A BlackLine atendia clientes grandes como Boeing, Northrop, Grumman e Costco e teve crescimento de mais de 50% em um ano com lucros na casa dos US$ 8 milhões (em torno de R$ 17,8 milhões).
Apesar de 60% dos pequenos negócios nos EUA serem fundados ou cofundados por elas, apenas 7% dos fundos de risco vão para firmas comandadas por mulheres. “As pessoas costumam se relacionar com pessoas parecidas”, diz Theresia Gouw. “Não é surpresa que o número de mulheres que se destacam nesse mercado seja tão pequeno – é lógica.”
Mesmo assim, há razões para o otimismo. Três importantes empreendedoras recentemente deixaram firmas prestigiadas para fundarem suas próprias. Aileen Lee deu inicio à Cowboy Ventures e Theresia Gouw e Jennifer Fonstad à Aspect Ventures. Somando os dois negócios, elas criaram mais de US$ 10 bilhões (aproximadamente R$ 22 bilhões) em valor público de mercado.
Como entrar nesse ramo de capital de risco então? “Se realmente quiser ser um investidor, precisa também ser um empreendedor”, diz Ann Winbland, cofundadora Hummer Winblad Venture Partners. “Você deve entender como as coisas funcionam de dentro para depois opera-las”.
http://forbesbrasil.br.msn.com/

Michael Jordan

Michael Jordan é, agora, um bilionário. Calcula-se que os ganhos anuais do ex-jogador de basquete sejam de US$ 90 milhões e seu patrimônio líquido de US$ 750 milhões.

Jordan tornou-se um investidor do Charlotte Hornets, time de basquete norte-americano, em 2006 e virou o acionista controlador em 2010. Em janeiro deste ano, o Hornets foi valorizado em US$ 410 milhões. Analistas dizem que a equipe, atualmente, vale entre US$ 600 milhões a US$ 625 milhões.

Depois de subtrair todo o dinheiro que Jordan teria investido no time, estima-se que seu patrimônio líquido tenha atingido US$ 1 bilhão.

Foto: Getty Images

quinta-feira, 12 de junho de 2014

DF RIO INFORMATIVO